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Blog de nschenka
 


Dia 4 de dezembro é dia da Propaganda!

Em uma época em que a comunicação se tornou algo imprescindível ao processo produtivo, a propaganda recebe destaque. No dia 04 de dezembro de 1936, na cidade de Buenos Aires, aconteceu um encontro de publicitários e comunicadores em geral. Assim, foi criado o Dia Panamericano da Propaganda. A partir da década de 70, o dia ganhou abrangência internacional e passou a ser conhecido como Dia Mundial da Propaganda. O termo propaganda, do latim Propagare, quer dizer multiplicar, espalhar idéias. Em outras palavras, propaganda é uma forma específica de apresentar uma informação ou pensamento. Introduzida pelo Papa Clemente VII, em 1597, quando fundou a Congregação de Propaganda com o fito de propagar a fé católica pelo mundo, a propaganda, tem como objetivo expressar e espalhar princípios e teorias.

Fonte: www.facsaoluis.br

Vale a pena divulgar textos premiados da Olimpíada da língua portuguesa 2010 "Escrevendo o futuro". Boa informação sobre educação   semeia boas ações, despertam novos talentos.

Poemas e  jovens autores

Ensino fundamental - Categoria (5ª e 6ª série)

Cidade marcada a ferro

Aluno: Alexsandro Matheus de Queiroz Sobrinho
Professora: Francineide Alves de Aquino
Escola: E. E. Tarcísio Maia; Cidade: Pau dos Ferros – RN

Se acaso “ocê” tiver tempo
para uma história escutar
vai conhecer nessa prosa
um pouco do meu cantar
que é história que se canta
quando se conta um lugar.
Quando essa terra, seu moço,
não tinha o nome que tem
era um simples povoado
que abrigava homens de bem,
senhores donos de gado
e gente humilde também.
Uma frondosa oiticica
o centro dali marcava
e ali sentavam vaqueiros
que da lida descansavam
e o tronco daquela árvore
a ferro forte marcavam.
De marcar com precisão
o tronco com quente ferro,
ferro que ferrava o gado,
ferro com que o homem ferra,
deram a minha cidade
o nome de Pau dos Ferros.
Pois dessa terra, seu moço,
o tempo fez outro povo:
homem que andava a cavalo,
sem rodovia e semáforo,
estacionamento ou carro,
hoje vê um mundo novo.
O pão de cada manhã
do “trigo” de cada dia,
o povo tirava da terra,
do que plantava, comia,
hoje muito do que compra
vem de outra freguesia.
Um céu de lua e de estrelas
encantava os namorados,
hoje, luzes amarelas
não deixam tão encantados
casais que enfeitam as praças
a andar de braços dados.
Há, porém, nessa terrinha
que Deus do céu povoou
um povo simples e alegre
feito mariposa em voo.
Valente feito lagarta,
que do casulo voou.

Meu pedaço de terra vermelha

Aluna: Pâmela Aparecida de Oliveira
Professora: Marília de Souza Neves
Escola: E. M. Napoleão Volpe; Cidade: São Sebastião do Paraíso – MG

O vento vem...
Brisa brava me cutuca
Sopra bem na minha nuca
Varrendo logo a vontade
de dormir até mais tarde.
Tic-tac... tic-tac...
O relógio faz barulho
Galo alegre também canta
me encantando para acordar.
Esse tempo corre tanto!
E parece me levar
Há poeira na estrada
— redemoinho de areia —
Vento que venta sem parar...
Voam aves lá no céu
Enquanto a boiada
Aposta corrida em disparada
“— Quem vencer vai ganhar mel!”
O vento vem...
Agora veloz como a águia
Toma banho na lagoa
Pula, brinca, bebe água!
Daqui olho o “terrerão”
Vem vindo na ventania...
Joga para lá e para cá o café
Verde no pé – preto no chão.
Esse pedaço de terra vermelha
Varrido pelo vento
que vem
É o meu mundo
Pequeno – grande – profundo!

Olhar diferente a cidade

Aluno: Luan Florêncio de Morais
Professora: Cristiane Alves Machado de Oliveira
Escola: E. M. Nova Friburgo; Cidade: Cidade Ocidental – GO

Era uma vez um menino
que gostava de brincar.
Mas era tão solitário
que não gostava de falar.
Era uma vez um menino
que até sabia andar.
Tinha vários brinquedos
que não podia olhar.
Era uma vez um menino
que aprendeu a ler pontinhos
e gostava de aprender.
Era uma vez um menino
que ia ao bosque brincar.
Escutava muitos pássaros
E no parque ia escorregar.
Era uma vez um menino
que já virou um adulto.
Comprou um cachorro,
mas ainda ficou no escuro.
Era uma vez um homem
que gostava da cidade.
Andava em torno dela
com toda a sua coragem.
Era uma vez um homem
que ia muito para feira.
Comprava várias coisas
e comia muita besteira.
Era uma vez um homem
que encontrou uma namorada.
Teve o primeiro filho
e também comprou uma casa.
Era uma vez um homem
que adorava a cidade.
Não podia ver, mas ali
encontrou a felicidade.

 Não ter onde morar

Aluno: Fábio Henrique Silva Anjos
Professora: Patrícia Alves de Amorim Percinoto
Escola: E. M. E. F. Frei Antônio de Sant’Ana Galvão; Cidade: São Paulo – SP

Eu moro em São Paulo
Bairro do Jaçanã
Eternizado por Adoniran.
Confusão na vila
Nunca vi uma coisa daquela!
Em questão de instantes acabou a favela.
Muitos barracos no chão
É hora da desapropriação.
Cada tábua que caía, doía meu coração.
E a população?
Ficou sem eira, nem beira, nem chão.
Houve até manifestação!
Sem ter onde morar
Fiquei sem lar.
A favela era o meu lugar.
Agora só resta a mudança
Acreditar na esperança
Ainda sou uma criança
E espero a bonança.
Palavras do poeta inspiram lembranças.
Saudosa maloca, maloca querida.
Lá na terra “nóis passemo”
“Dias feliz” da nossa vida.
Quero um mundo melhor
E sair dessa pior.
Já são onze horas, não posso perder o trem
Que já vem... Que já vem... Que já vem....

Cidade dos passarinhos: um nome original

Aluna: Beatriz Sayuri Yoshida
Professora: Roseli Moreno Fávero de Barros
Escola: E. M. Papa João Paulo II; Cidade: Arapongas – PR

A cidade onde moro
Sem demora vou falar
É um lindo ambiente
Tranquilo de se morar.
Terra roxa, assim é chamada
Por muitas pessoas
Arapongas terra adorada.
“Cidade dos passarinhos”
Assim é reconhecida.
Cidade de boa gente
Com qualidade de vida.
As ruas recebem os nomes
Com tamanha intenção
Só nomes de passarinhos
que geram até confusão!
Bem-te-vi e Rouxinol
Tico-tico e Beija-flor
Rolinhas e Pintagol!
Pelicano e Condor.
Às vezes é complicado
Mas é muito engraçado!
Vejam só os Pica-paus!
Pica-pau, Pica-pau-amarelo
Pica-pau-do-campo,
Pica-pauzinho-manchado
Pica-pau-verde, Pica-pau-loiro
Pica-pau-real, Pica-pauzinho-dourado.
Sabiá-pardo, Sabiá-branco,
Sabiá-castanho, Sanhaço-azul,
Sabiá-vermelho, Sanhaço-verde.
Só não tem rua Urubu.
E assim, cada rua
Tem nome especial
No Brasil é uma das cidades
Bem original.
Já estou preocupada
Quando me casar!
Com tantas espécies na fauna
Há de se encontrar
Um nome de passarinho
Para a rua do meu futuro lar?

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Escrito por nschenka às 12h55
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