Ministro da Saúde alerta para risco de epidemia de dengue no país
GABRIELA CANSECO DO RIO
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante caminhada contra a dengue no Rio neste domingo, afirmou que há um risco real de epidemia da doença no país e que é preciso se antecipar ao surto.
"Temos um resultado positivo em 2011, com redução de 56% nas notificações de dengue no Brasil, mas isso não significa que reduzimos o risco real de epidemia", disse Padilha.
A campanha de mobilização reuniu no Rio associações de catadores e de reciclagem, líderes comunitários e profissionais de limpeza urbana. Segundo o ministro, a ação está percorrendo 16 Estados que apresentam alto risco de dengue.
Durante o evento, Alexandre Padilha ressaltou a importância da participação da sociedade, já que o mosquito transmissor "tem se adaptado ao dia a dia da população".
De acordo com dados do último levantamento do LIRAa (Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti), divulgado em dezembro de 2010, a cidade do Rio e mais 18 municípios do Estado estão em situação de alerta. Entre 1% e 3,9% dos imóveis pesquisados apresentaram infestação por larvas do mosquito.
A última atualização de dados da prefeitura do Rio, na sexta-feira (4), mostra 663 casos de dengue no primeiro mês do ano. O número corresponde a 597% de aumento em relação ao mesmo período de 2010, quando foram registrados 111 casos. Em janeiro de 2011, a taxa de incidência da doença foi de 10,5%.
Segundo o secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann, número elevado de notificações este ano está relacionado à volta do vírus tipo 1 da dengue ao Rio. No entanto, ele descarta a existência de um surto.
"O número de suscetíveis a contrair a doença ainda é bem contido. Para se ter uma noção, em janeiro de 2008, ano da epidemia, tivemos 12 mil casos registrados na cidade", explicou Dohmann.
A Secretaria Municipal de Saúde acredita que a tendência ainda é de aumento no número de casos da doença, com pico em março. A estimativa é que haja uma redução somente a partir de abril.
Em uma época em que a comunicação se tornou algo imprescindível ao processo produtivo, a propaganda recebe destaque. No dia 04 de dezembro de 1936, na cidade de Buenos Aires, aconteceu um encontro de publicitários e comunicadores em geral. Assim, foi criado o Dia Panamericano da Propaganda. A partir da década de 70, o dia ganhou abrangência internacional e passou a ser conhecido como Dia Mundial da Propaganda. O termo propaganda, do latim Propagare, quer dizer multiplicar, espalhar idéias. Em outras palavras, propaganda é uma forma específica de apresentar uma informação ou pensamento. Introduzida pelo Papa Clemente VII, em 1597, quando fundou a Congregação de Propaganda com o fito de propagar a fé católica pelo mundo, a propaganda, tem como objetivo expressar e espalhar princípios e teorias.
Fonte: www.facsaoluis.br
Vale a pena divulgar textos premiados da Olimpíada da língua portuguesa 2010 "Escrevendo o futuro". Boa informação sobre educação semeia boas ações, despertam novos talentos.
Poemas e jovens autores
Ensino fundamental - Categoria (5ª e 6ª série)
Cidade marcada a ferro
Aluno: Alexsandro Matheus de Queiroz Sobrinho Professora: Francineide Alves de Aquino Escola: E. E. Tarcísio Maia; Cidade: Pau dos Ferros – RN
Se acaso “ocê” tiver tempo para uma história escutar vai conhecer nessa prosa um pouco do meu cantar que é história que se canta quando se conta um lugar. Quando essa terra, seu moço, não tinha o nome que tem era um simples povoado que abrigava homens de bem, senhores donos de gado e gente humilde também. Uma frondosa oiticica o centro dali marcava e ali sentavam vaqueiros que da lida descansavam e o tronco daquela árvore a ferro forte marcavam. De marcar com precisão o tronco com quente ferro, ferro que ferrava o gado, ferro com que o homem ferra, deram a minha cidade o nome de Pau dos Ferros. Pois dessa terra, seu moço, o tempo fez outro povo: homem que andava a cavalo, sem rodovia e semáforo, estacionamento ou carro, hoje vê um mundo novo. O pão de cada manhã do “trigo” de cada dia, o povo tirava da terra, do que plantava, comia, hoje muito do que compra vem de outra freguesia. Um céu de lua e de estrelas encantava os namorados, hoje, luzes amarelas não deixam tão encantados casais que enfeitam as praças a andar de braços dados. Há, porém, nessa terrinha que Deus do céu povoou um povo simples e alegre feito mariposa em voo. Valente feito lagarta, que do casulo voou.
Meu pedaço de terra vermelha
Aluna: Pâmela Aparecida de Oliveira Professora: Marília de Souza Neves Escola: E. M. Napoleão Volpe; Cidade: São Sebastião do Paraíso – MG
O vento vem... Brisa brava me cutuca Sopra bem na minha nuca Varrendo logo a vontade de dormir até mais tarde. Tic-tac... tic-tac... O relógio faz barulho Galo alegre também canta me encantando para acordar. Esse tempo corre tanto! E parece me levar Há poeira na estrada — redemoinho de areia — Vento que venta sem parar... Voam aves lá no céu Enquanto a boiada Aposta corrida em disparada “— Quem vencer vai ganhar mel!” O vento vem... Agora veloz como a águia Toma banho na lagoa Pula, brinca, bebe água! Daqui olho o “terrerão” Vem vindo na ventania... Joga para lá e para cá o café Verde no pé – preto no chão. Esse pedaço de terra vermelha Varrido pelo vento que vem É o meu mundo Pequeno – grande – profundo!
Olhar diferente a cidade
Aluno: Luan Florêncio de Morais Professora: Cristiane Alves Machado de Oliveira Escola: E. M. Nova Friburgo; Cidade: Cidade Ocidental – GO
Era uma vez um menino que gostava de brincar. Mas era tão solitário que não gostava de falar. Era uma vez um menino que até sabia andar. Tinha vários brinquedos que não podia olhar. Era uma vez um menino que aprendeu a ler pontinhos e gostava de aprender. Era uma vez um menino que ia ao bosque brincar. Escutava muitos pássaros E no parque ia escorregar. Era uma vez um menino que já virou um adulto. Comprou um cachorro, mas ainda ficou no escuro. Era uma vez um homem que gostava da cidade. Andava em torno dela com toda a sua coragem. Era uma vez um homem que ia muito para feira. Comprava várias coisas e comia muita besteira. Era uma vez um homem que encontrou uma namorada. Teve o primeiro filho e também comprou uma casa. Era uma vez um homem que adorava a cidade. Não podia ver, mas ali encontrou a felicidade.
Não ter onde morar
Aluno: Fábio Henrique Silva Anjos Professora: Patrícia Alves de Amorim Percinoto Escola: E. M. E. F. Frei Antônio de Sant’Ana Galvão; Cidade: São Paulo – SP
Eu moro em São Paulo Bairro do Jaçanã Eternizado por Adoniran. Confusão na vila Nunca vi uma coisa daquela! Em questão de instantes acabou a favela. Muitos barracos no chão É hora da desapropriação. Cada tábua que caía, doía meu coração. E a população? Ficou sem eira, nem beira, nem chão. Houve até manifestação! Sem ter onde morar Fiquei sem lar. A favela era o meu lugar. Agora só resta a mudança Acreditar na esperança Ainda sou uma criança E espero a bonança. Palavras do poeta inspiram lembranças. Saudosa maloca, maloca querida. Lá na terra “nóis passemo” “Dias feliz” da nossa vida. Quero um mundo melhor E sair dessa pior. Já são onze horas, não posso perder o trem Que já vem... Que já vem... Que já vem....
Cidade dos passarinhos: um nome original
Aluna: Beatriz Sayuri Yoshida Professora: Roseli Moreno Fávero de Barros Escola: E. M. Papa João Paulo II; Cidade: Arapongas – PR
A cidade onde moro Sem demora vou falar É um lindo ambiente Tranquilo de se morar. Terra roxa, assim é chamada Por muitas pessoas Arapongas terra adorada. “Cidade dos passarinhos” Assim é reconhecida. Cidade de boa gente Com qualidade de vida. As ruas recebem os nomes Com tamanha intenção Só nomes de passarinhos que geram até confusão! Bem-te-vi e Rouxinol Tico-tico e Beija-flor Rolinhas e Pintagol! Pelicano e Condor. Às vezes é complicado Mas é muito engraçado! Vejam só os Pica-paus! Pica-pau, Pica-pau-amarelo Pica-pau-do-campo, Pica-pauzinho-manchado Pica-pau-verde, Pica-pau-loiro Pica-pau-real, Pica-pauzinho-dourado. Sabiá-pardo, Sabiá-branco, Sabiá-castanho, Sanhaço-azul, Sabiá-vermelho, Sanhaço-verde. Só não tem rua Urubu. E assim, cada rua Tem nome especial No Brasil é uma das cidades Bem original. Já estou preocupada Quando me casar! Com tantas espécies na fauna Há de se encontrar Um nome de passarinho Para a rua do meu futuro lar?
Músicos, autores exemplos para alunos, novos talentos.
Por que lançar ideias, inovar, renovar é preciso na Educação?
Assistam ao trecho de uma entrevista em que, no lançamento de seu livro,
o filósofo e educador Rubem Alves declama e traduz a canção "Yesterday" dos Beatles.
Que canção gostaríamos de tocar, cantar, declamar, escrever, desenhar, pintar, dançar, traduzir, usando a riqueza linguística de nossa língua, a variedade de expressões e manifestações de diferentes linguagens?
Agraciar a Escola e a Educação com novas oportunidades e divulgá- las é uma boa iniciativa!
No dia da Consciência Negra, sem falar em cores e homens, suas semelhanças e diferenças, vamos cantar o Brasil, sua gente, sua arte, respirar liberdade, dimensioná-la, interangindo com as artes, pessoas, enfim, com o mundo.
Vamos pensar de inclusão real, sem demagogias, preconceitos, medos e limitações.
O Decreto 59.452, de 3/11/1966, assinado pelo presidente Castello Branco, instituiu o dia 14 de novembro como O Dia Nacional da Alfabetização
em homenagem à data do decreto no 1.9402, de 1930, que criou o Ministério da Educação e Cultura.
Em 1968, o presidente Costa e Silva assinou o decreto 63.326, de 30/9/1968, que conservou o dia da comemoração, mas alterou dispositivos para
efetuá-la. Atualmente, a alfabetização constitui a mais importante ferramenta para que a pessoa possa exercer a sua cidadania.
Alfabetizar não significa apenas promover técnicas de leitura ou de escrita, envolve muito mais que codificar ou decodificar símbolos, sinais,
letras, sons... Inclui também o desenvolvimento de novas formas de compreensão e uso da linguagem de uma maneira geral, para que os indivíduos
possam interagir e socializar-se, expandir e acessar novas culturas, aprender, ensinar e transformar uma sociedade sob a perspectiva de obter informações
e ampliar conhecimento de si mesmo, dos outros e do mundo. Alfabetizar é preparar o indivíduo a se desenvolver, transformando-o em cidadão letrado.
Dia Nacional da Alfabetização!
Ler, escrever, compreender o mundo, investigar caminhos...